Eu queria trazer-te uns versos muito lindoscolhidos no mais íntimo de mim...Suas palavras seriam as mais simples do mundo, porém não sei que luz as iluminariaque terias de fechar teus olhos para as ouvir...Sim! Uma luz que viria de dentro delas, como essa que acende inesperadas coresnas lanternas chinesas de papel! Trago-te palavras, apenas... e que estão escritas do lado de fora do papel... Não sei, eu nunca soube o que dizer-te e este poema vai morrendo, ardente e puro, ao ventoda Poesia...como uma pobre lanterna que incendiou!
Mário Quintana, escritor.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
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